Pirâmide é uma paciência, por isso o único adversário é a distribuição. Como se joga sozinho aqui, das regras da mesa até à última carta.
A Pirâmide é uma paciência, por isso a mesa tem aqui um só lugar e nenhum bot. Um jogador do computador não jogaria contra ti, jogaria no teu lugar. O teu adversário é a ordem em que as cartas foram baralhadas.
Não há relógio nem ninguém à espera. Demora o tempo que quiseres a olhar para a pirâmide antes de cada par.
Para abrir uma mesa precisas de uma conta gratuita. Na sala escolhes quantas vezes podes passar pelo monte — uma, duas ou três — e quantos jogos dura a sessão: um, três ou cinco. Uma passagem é o jogo clássico e, de longe, o mais difícil.
Se não mudares nada, tens três passagens e três jogos, e a mesa conta quantos ganhas.
Toca numa carta livre e acendem-se todas as cartas que somam treze com ela; toca numa delas e o par sai. Toca outra vez na primeira carta para a largar. Um rei sai com um só toque. As cartas que nesse momento não têm parceira não se podem escolher.
Toca no monte para virar uma carta para os descartes. A carta de cima dos descartes funciona como uma carta livre da pirâmide, e os números por baixo do monte mostram quantas cartas ainda tem e quantas passagens te restam.
Quando não há par para retirar nem nada para virar, o jogo acaba perdido. Mas enquanto tiveres uma passagem, podes sempre voltar a virar o monte, mesmo com uma pirâmide que já não tem salvação. É para isso que serve "Desistir deste".
Retira a última carta da pirâmide e o jogo está ganho, fique o que ficar no monte, e a mesa mostra quantas jogadas foram precisas. Carrega em "Distribuir outro" para o seguinte.
O teu jogo fica guardado se fechares o separador: volta a abrir a mesa e a pirâmide está exatamente como a deixaste. Uma mesa em que ninguém toca durante seis horas é retirada.
Só podes estar numa mesa de cada vez, por isso sai desta antes de começar outro jogo.