A versão do Wisconsin do Schafkopf, com um picker contra os restantes.
O descendente americano do Schafkopf, e ainda o jogo do dia a dia do Wisconsin. Normalmente cinco jogadores, e o dar faz surgir um picker que enfrenta os restantes.
32 cartas: do sete ao ás em cada naipe. Com cinco jogadores, seis cartas a cada um e duas voltadas para baixo como blind.
Ás 11, dez 10, rei 4, dama 3, valete 2, e o resto nada. 120 pontos, e a parceria do picker precisa de 61.
As quatro damas, depois os quatro valetes, depois os ouros do ás ao sete. Catorze trunfos. Ouros não é um naipe comum. As damas ordenam-se paus, espadas, copas, ouros; os valetes da mesma forma.
Numa volta, cada jogador pode ficar com o blind ou passar. Quem o recolhe leva as duas cartas para a mão e enterra duas voltadas para baixo: os pontos nelas contam para o picker no fim.
O picker chama um fail ace — um ás de um naipe comum que não tenha. Quem o tiver é o parceiro dele e não diz nada até esse naipe ser jogado. Se o picker tiver os três fail aces, joga sozinho.
O picker pode em alternativa dispensar a ajuda do blind e jogar contra os quatro por uma aposta maior.
Serve o naipe se puderes, tratando o trunfo como um único naipe. Ganha o trunfo mais alto.
Liquida-se em fichas. A parceria do picker ganha o montante base com 61 pontos, o dobro com 91 (schneider), e o triplo fazendo todas as vazas. Se falhar, paga esses mesmos montantes.