Emparelha tudo e trata de que a dama a mais fique noutras mãos.
A carta ímpar do baralho não tem par, e quem ficar com ela no fim perde. É esse todo o jogo, e costuma ser o primeiro que uma criança aprende.
Um baralho de 52 cartas com uma dama retirada — tradicionalmente a dama de paus, de modo que a dama preta sobrevivente passa a ser a velha. Ficam 51 cartas: 25 pares e uma carta ímpar.
Alguns jogos usam um baralho próprio com uma carta de velha impressa.
Distribui todas as cartas. Não importa que as mãos fiquem desiguais.
Cada um olha para a sua mão e pousa todos os pares que tiver, virados para cima. Só pares: um trio conta como um par com uma carta a sobrar.
O jogador à esquerda de quem deu oferece a sua mão, em leque e voltada para baixo, ao jogador à sua esquerda. Esse jogador tira uma carta sem a ver.
Se fizer par com alguma coisa na mão dele, pousa o par.
Depois oferece a sua própria mão ao jogador seguinte, e assim à volta da mesa.
Um jogador com a mão vazia sai e fica a salvo.
No fim resta um jogador com a dama desemparelhada. É a velha e perde.
A perícia, tal como é, está na forma como ofereces a mão. Segurar a dama ímpar um pouco mais alta do que as outras, ou baralhar antes de cada oferta, decide mais jogos do que a sorte — e é por isso que as crianças aprendem a olhar para as mãos e não para as cartas.