Bate tudo o que te atirarem: o último com cartas é o tolo.
O jogo de cartas por omissão da Rússia e de boa parte da Europa de Leste. No durak não há vencedor, só um perdedor: o tolo que fica com cartas.
36 cartas: do seis ao ás. Seis cartas a cada um.
Vira-se a carta seguinte e mete-se por baixo do baralho restante, com metade à vista. O naipe dela é o trunfo de todo o jogo, e essa carta é a última a ser tirada.
Ataca primeiro quem tiver o trunfo mais baixo. Depois, o atacante é sempre o jogador à esquerda de quem defendeu com êxito da última vez.
O atacante põe uma carta virada para cima à frente do defensor. O defensor tem de a bater:
com qualquer trunfo, se a carta de ataque não for trunfo.
Um ataque com trunfo só pode ser batido por um trunfo mais alto.
Batido o primeiro ataque, o atacante — e, na maioria das regras da casa, qualquer outro jogador — pode acrescentar mais cartas, mas só de valores já presentes na mesa. O defensor tem de bater cada uma. O número de cartas de ataque é limitado pelo número de cartas que o defensor tiver.
Se o defensor bater tudo, as cartas vão para o monte de descartes e saem do jogo. O defensor passa a ser o atacante seguinte. Se o defensor desistir, recolhe todas as cartas da mesa, e o ataque salta por cima dele para o jogador seguinte.
Depois todos tiram até seis cartas do baralho, o atacante primeiro, enquanto houver cartas.
Esgotado o baralho, quem esvazia a mão sai. O último jogador que ainda tiver cartas é o durak.