O baralho todo dado, e o três de ouros abre o jogo.
O jogo de escalada de Hong Kong, de Taiwan e do sul da China, e presença certa em casas de estudantes por todo o lado. Quatro jogadores, o baralho inteiro distribuído, treze cartas cada um.
O dois é a carta mais alta, depois o ás, o rei, a dama, o valete, o dez, e assim até ao três.
Os naipes também se ordenam, e isso conta: espadas, copas, paus, ouros. Por isso o dois de espadas é a melhor carta do baralho.
Quem tiver o três de ouros sai com ele, sozinho ou dentro de uma combinação que o inclua.
Carta isolada. Par: duas do mesmo valor. Mãos de cinco cartas, ordenadas como no póquer: sequência, cor, full, quadra mais uma carta qualquer, sequência de cor.
Tens de jogar o mesmo tipo de quem saiu, e mais alto. Um par só pode ser batido por um par mais alto, e uma mão de cinco cartas só por outra mão de cinco de tipo pelo menos igual — uma cor ganha a qualquer sequência, um full ganha a qualquer cor, e assim por diante.
Quando todos passam, o último a jogar sai com uma combinação nova do tipo que quiser.
Ganha o primeiro jogador a esvaziar a mão. Os outros somam pontos de penalização pelas cartas que sobram: um por carta normalmente, o dobro se ainda tiverem dez ou mais, e o quádruplo se nunca chegaram a jogar.
A armadilha deste jogo é guardar um dois demasiado tempo. Ganha a tudo mas não ganha nada sozinho, e é a carta que mais vezes fica encalhada.