O jogo a pares de França, onde o valete de trunfo manda.
O jogo de cartas mais jogado de França, e o jogo de fim de tarde de boa parte do Mediterrâneo e dos Balcãs. Quatro jogadores em parcerias.
32 cartas: do sete ao ás em cada naipe. Os ases são altos, mas só nos naipes que não são trunfo.
É isto que faz o jogo. No naipe de trunfo a ordem é valete, nove, ás, dez, rei, dama, oito, sete. O valete e o nove saltam acima do ás. Em todos os outros naipes é a ordem habitual ás, dez, rei, dama, valete, nove, oito, sete.
Valete de trunfo 20, nove de trunfo 14, ás 11, dez 10, rei 4, dama 3, valete comum 2, e nada mais conta. 152 pontos incluindo os dez da última vaza.
Cinco cartas a cada um, e depois vira-se uma carta. Dando a volta, um jogador pode tomá-la como trunfo; se todos passarem, uma segunda volta permite nomear outro naipe. Quem a toma recebe a carta e o dar completa-se até oito cartas por jogador.
Sequências de três, quatro ou cinco cartas de um naipe valem 20, 50 e 100, e quatro iguais valem de 100 a 200 conforme o valor. Só a parceria com a melhor declaração pontua.
Ter o rei e a dama de trunfo vale 20, anunciado ao jogares a segunda das duas.
Serve o naipe se puderes. Se não puderes, tens de trunfar — e se já tiver sido jogado um trunfo, tens de o superar se conseguires. Ganha o trunfo mais alto.
A parceria que escolheu o trunfo tem de fazer mais do que a outra, senão perde tudo para os adversários. O jogo vai a 501 ou 1000.