Chama com cinco pontos ou menos — mas uma mão mais baixa vira tudo contra ti.
Um jogo israelita que se espalhou pelos albergues de mochileiros e hoje se joga no mundo inteiro. Canta yaniv quando a tua mão for suficientemente pequena — e torce para que ninguém tenha menos.
Um baralho de 52 cartas, normalmente com dois jokers. Cinco cartas a cada um.
Ás 1, cartas numeradas o seu valor, figuras 10, joker 0. Só interessa o total.
Descarta, e depois tira. Podes descartar:
Uma carta isolada. Um conjunto de duas ou mais cartas do mesmo valor. Uma sequência de três ou mais cartas seguidas do mesmo naipe.
Depois tira a carta de cima do baralho, ou uma das cartas que o jogador anterior acabou de descartar — podes ficar com qualquer das pontas de uma sequência que ele tenha pousado.
No início da tua vez, se a tua mão somar sete ou menos (cinco nalgumas mesas), podes cantar yaniv. Revelam-se todas as mãos.
Se a tua for a mais baixa, somas zero e todos os outros somam o total da sua mão.
Se alguém tiver um total igual ou mais baixo, fez-te assaf. Levas 30 pontos de penalização mais a tua própria mão, e essa pessoa soma zero. É essa toda a tensão do jogo: cantar com sete quando três jogadores ainda estão a tirar é uma aposta.
Os jogadores acumulam pontos e ganha o total mais baixo. Joga-se a 100 ou 200.
Aos exatos 50 ou 100 pontos, a tua pontuação reduz-se a metade — a única sorte capaz de salvar um jogador que vai atrás, e uma razão para o procurar de propósito.