A carta mais alta leva as duas. Empate significa guerra.
O jogo de cartas mais simples que existe. Não há decisão nenhuma: o dar decide o vencedor, e o jogo só demora algum tempo a admiti-lo.
Um baralho de 52 cartas dividido por igual, 26 cartas cada um, voltadas para baixo. Os ases são altos.
Os dois jogadores viram a carta de cima ao mesmo tempo. A carta mais alta leva as duas, e vão para o fundo do monte de quem ganhou. Os naipes não contam.
Se as duas cartas forem do mesmo valor, é guerra. Cada jogador põe três cartas voltadas para baixo sobre a sua carta e depois vira uma quarta. A quarta carta mais alta leva o monte inteiro — dez cartas de uma vez.
Se essas cartas também empatarem, a guerra repete-se.
Um jogador sem cartas suficientes para completar uma guerra põe as que tiver e vira a última. Perdê-la é perder o jogo.
O jogo acaba quando um jogador tiver as 52 cartas. Isso pode demorar muitíssimo: algumas mãos nunca se resolvem, porque o monte continua a circular pela mesma ordem.
Para que o jogo acabe, combinem à partida um limite de tempo ou um número de rondas e contem as cartas no fim.
Dêem dezassete cartas a cada um, descartem a última, e a mais alta das três leva a vaza. Os empates entre dois vão a guerra só entre eles.