Whist árabe a pares, com licitação para o trunfo.
O jogo de parceria do mundo árabe, jogado na Jordânia, no Líbano, na Síria e no Golfo. Quatro jogadores, treze vazas, e uma licitação que indica ao mesmo tempo o objetivo e o trunfo.
Um baralho de 52 cartas, ases altos. Treze cartas a cada um, o baralho inteiro distribuído.
A começar à esquerda de quem dá, cada jogador licita um número de vazas de sete a treze, ou passa. Cada licitação tem de superar a anterior. Quando três jogadores passam, quem licitou mais nomeia o naipe de trunfo: o tarneeb.
Um jogador que passou não pode voltar a licitar.
Sai o jogador à esquerda de quem deu. Tens de servir o naipe se puderes; se não, joga o que quiseres, incluindo um trunfo. Ganha o trunfo mais alto, e se não, a carta mais alta do naipe de saída.
A parceria que licitou precisa do número de vazas licitado.
Se conseguir, soma o número de vazas que realmente fez. Se falhar, perde o valor licitado.
A parceria adversária soma as vazas que fez, mas só se o contrato caiu; algumas mesas contam as vazas dela de qualquer forma, o que convém combinar antes de começar.
Uma licitação de treze, cumprida, ganha o jogo inteiro de imediato.
O jogo vai a 31 ou 41 pontos.
Uma variante comum em que a licitação é em pontos em vez de vazas e o ás, o rei, a dama e o valete têm valores, jogada exatamente até 41.