A paciência que toda a gente quer dizer quando diz paciência.
A paciência em que toda a gente pensa ao dizer paciência, e a que vinha com todos os computadores durante trinta anos. Cerca de uma mão em cada três é ganhável.
Sete colunas. Uma carta na primeira, duas na segunda, até sete na sétima — 28 cartas ao todo, com só a última carta de cada coluna virada para cima. As 24 cartas restantes são o monte.
Por cima das colunas, quatro espaços vazios esperam pelas bases.
Construir as quatro bases do ás ao rei, uma por naipe.
Numa coluna, joga uma carta um valor abaixo e de cor oposta: um seis vermelho sobre um sete preto. Move uma sequência visível entre colunas como um bloco, desde que se mantenha em ordem. Quando destapares uma carta tapada, vira-a. Uma coluna vazia só pode ser preenchida por um rei, ou por uma sequência encabeçada por um. Joga para a sua base qualquer carta disponível.
Passa cartas do monte para um monte de descartes, uma de cada vez ou três de cada vez. Só a carta de cima dos descartes é jogável. Quando o monte acabar, vira os descartes e recomeça.
Uma de cada vez com passagens ilimitadas é a versão indulgente. Três de cada vez com três passagens é a padrão, e é bem mais difícil.
O conselho que ganha mais jogos: destapa sempre uma carta tapada se puderes, e pensa duas vezes antes de encheres uma coluna vazia, porque uma coluna sem nada vale mais do que a maioria dos reis.