O jogo a pares do Irão, onde o primeiro a sete vazas leva a mão.
O jogo de cartas mais jogado do Irão, e presença certa nos encontros de família. Quatro jogadores em parcerias, e a primeira parceria a chegar a sete vazas ganha a mão.
Um baralho de 52 cartas, ases altos. Treze cartas a cada um, mas não são todas dadas de uma vez.
Dão-se cartas viradas para cima, uma de cada vez, até alguém receber um ás. Esse jogador passa a ser o hakem — o soberano — da mão.
O hakem recebe as suas primeiras cinco cartas, olha para elas e nomeia o naipe de trunfo. Só então se completa o dar, com mais oito cartas para todos.
O hakem sai para a primeira vaza. Tens de servir o naipe se puderes; se não, joga o que quiseres, incluindo um trunfo. Ganha o trunfo mais alto, e se não, a carta mais alta do naipe de saída. Quem ganha sai para a seguinte.
A primeira parceria a chegar a sete vazas ganha logo, e as cartas restantes não se jogam. É esse o ritmo do jogo: as mãos acabam muitas vezes bem antes de as cartas se esgotarem.
Um ponto por mão. O jogo vai normalmente a sete pontos.
Se a parceria do hakem ganhar a mão, o mesmo jogador continua hakem na seguinte. Se perder, o lugar passa ao adversário à sua direita.
Fazer as sete vazas antes de os adversários fazerem uma única é um kot e conta a dobrar. Fazê-lo quando os adversários não fizeram nenhuma numa mão em que não eras hakem conta ainda mais, conforme combinado.