Cartas dadas de cinco em cinco, e vazas recolhidas em montes.
Conhecido como rang no Paquistão e no norte da Índia, e como seven hands noutros sítios. Quatro jogadores em parcerias, com as vazas recolhidas em montes em vez de contadas uma a uma.
Um baralho de 52 cartas, ases altos. Treze cartas a cada um, dadas de cinco em cinco.
O jogador à direita de quem dá recebe as primeiras cinco cartas e nomeia o naipe de trunfo só a partir delas. As oito restantes são depois dadas a todos em grupos de quatro.
Sai quem escolheu o trunfo. Tens de servir o naipe se puderes; se não, joga o que quiseres. Ganha o trunfo mais alto, e se não, a carta mais alta do naipe de saída.
É isto que faz do court piece um jogo à parte. As vazas não se contam simplesmente. Uma parceria põe as suas vazas de lado num monte, e esse monte só começa a acumular para ela depois de ela ganhar uma vaza. Uma parceria que ganha uma vaza reclama com ela as vazas que estejam sem dono na mesa.
Na prática: quem ganha a primeira vaza começa a acumular. Quando a outra parceria ganha finalmente uma, todas as vazas ganhas desde a última troca vão para quem as ganhou, e a contagem continua.
A primeira parceria a chegar a sete vazas ganha a mão.
Fazer as treze é um kot e vale uma pontuação maior, combinada à partida — normalmente alta o bastante para valer a pena persegui-la em vez de se ficar pela sétima vaza.
A parceria que escolheu o trunfo mantém esse direito enquanto continuar a ganhar mãos.